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Arquivo de agosto, 2017

domingo, 27 de agosto de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 11:33

Rede Brasileira de Criatividade: uma iniciativa estratégica

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Do ponto de vista econômico e social, o Brasil é um país que eventualmente avança e, em seguida, regride, sem dar mostras de um desenvolvimento duradouro e sustentável. Uma das explicações é que nossos profissionais e nossas indústrias apresentam produtividades médias relativamente baixas, o que é grave em um cenário de globalização crescente e de altíssima competitividade em termos de produtos e serviços.

 

Uma das causas da baixa produtividade é nossa escolaridade insuficiente.  No competitivo cenário internacional, são poucos os anos de estudo no Brasil e a qualidade do ensino é deficiente. Por outro lado, somos uma nação muito rica em recursos naturais e habitada por um povo que dá demonstrações incontestes de alta capacidade criativa e de fácil adaptação às inovações.  Sem estes ingredientes, sequer teríamos experimentado os avanços que efetivamente temos tido, não nutriríamos os níveis de esperança que ainda temos ou conviveríamos com as persistentes alegrias eventuais, as quais continuamos a desfrutar no dia a dia.

 

Considerando esses ingredientes, temos um expressivo potencial ainda pouco explorado no segmento econômico associado à indústria criativa. Este bilionário setor e que cresce ilimitadamente no planeta se caracteriza por entender a imaginação e a criatividade como as matérias primas principais para seus negócios. De acordo com a Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), as indústrias criativas geram no Brasil uma riqueza de mais de R$ 150 bilhões (dados de 2015) e sua participação no PIB é crescente, representando hoje algo em torno de 3% da economia nacional. É uma clara demonstração de potencial, mas podemos ir muito além.

 

A economia criativa inclui áreas como moda, design, softwares, arquitetura, audiovisual, gastronomia, música, entre tantas outras, e contempla produtos e serviços vinculados à cultura e arte, à ciência e tecnologia. Isso engloba pesquisa e desenvolvimento e todos os demais setores nos quais a criação humana faz a diferença na geração do valor agregado.

 

As metodologias e abordagens educacionais podem, ou não, ter o estímulo à criatividade e ao empreendedorismo como centro. Da mesma forma que nos tornamos hábeis em inibir a criatividade e a desprezar iniciativas empreendedoras, podemos fazer o contrário. O cenário atual das tecnologias digitais representa uma oportunidade única para repensar nossos processos de aprendizagem. Dispomos atualmente de ferramentas educativas que propiciam que todos aprendam e aprendam o tempo todo, levando sempre em conta que cada educando aprende de maneira única e personalizada.

 

Dentre as inúmeras boas iniciativas em curso, merece especial destaque a recém-lançada “Rede Brasileira de Criatividade”. A Rede tem por propósito ampliar a rede de colaboração entre pessoas, transformando a criatividade em estratégia real, acessível e aplicada. Pretende-se colaborar para que todos possam encontrar soluções inovadoras nos seus cotidianos. O projeto, idealizado pelo educador Prof. Gabriel Rodrigues, está estruturado em três pilares: i) um Portal, “As Coisas Mais Criativas do Mundo”, ii) a estruturação de uma Academia de Criatividade, disponibilizando ferramentas para despertar nas pessoas o potencial criativo que todos temos, e iii) a promoção e o incentivo às pesquisas e publicações na área. O primeiro dos pilares já está ativo e operante, com surpreendente número de acessos, acessível via a página “As Coisas Mais Criativas do Mundo”.

 

No Portal da Rede estarão gratuitamente disponibilizados conteúdos, testes, desafios, ferramentas gerais e um banco de conhecimento com o intuito de incentivar o desenvolvimento da criatividade. A expectativa é contribuir para a geração de transformações que impactem em empregabilidade, estímulos à exploração de novos negócios, autonomia intelectual e realização pessoal. Pesquisadores das áreas criativas publicarão artigos e desenvolverão ações que estimulem e colaborem para que professores e agentes educacionais dos vários níveis de ensino incorporem as habilidades criativas como elementos centrais dos processos de aprendizagem.

 

Em suma, temos grandes desafios a enfrentar, especialmente no campo educacional, e dispomos de predicados positivos, entre eles potencial criativo e espírito empreendedor, que podem nos ajudar nessas missões. Precisamos cumprir as tarefas que restam ser realizadas ao mesmo tempo que exploramos aquilo que nos caracteriza e que pode, em tese, propiciar os elementos diferencias competitivos em escala global.

 

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Figura em Domínio Público. O influente pintor e teórico russo Wassily Kandinsky tem sua obra em domínio público desde 2015. Na foto, “Composição VII”, considerada pelo autor sua obra mais complexa. Ver em:

http://www.huffpostbrasil.com/2015/01/02/tudo-free-as-obras-que-viraram-dominio-publico-em-2015_a_21671065/

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017 aprendizagem, EaD, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 16:42

O conteúdo, um álibi perfeito

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Nas culturas primitivas, onde não havia ensinamentos formais ou escolas, todas as atividades poderiam ser vistas como processos de aprendizagem e de transmissão de cultura. À medida que as sociedades foram se tornando mais complexas, os conhecimentos a serem repassados de uma geração para outra se organizaram de forma sistemática em áreas do saber. Estas foram, progressivamente, ficando mais sofisticadas, exigindo da educação formal um nível diferenciado de institucionalização, envolvendo modelos de organização próprios com a presença de atores bem definidos.

 

As crianças e os jovens, como alunos, passaram, gradativamente, a ter acesso a uma educação que lhes permitia, via a escola e seus mestres, avançarem muito além da simples observação e da imitação genérica de adultos. No mundo ocidental, costuma-se adotar como paradigmas originais da instituição “escola” a Academia de Platão e o Liceu de Aristóteles, instituições inauguradas no século IV a.C. em Atenas na Grécia Antiga.

 

Ao longo dos tempos, a transmissão de conhecimento para públicos cada vez maiores, progressivamente, mostrou-se mais adequada ser desenvolvida sob a forma de áreas do saber. Assim, a preparação de alunos via abordagens cognitivas, baseadas em conteúdos, e as metodologias educacionais associadas desfrutaram de enorme sucesso, em especial pela capacidade do atendimento pleno da formação de profissionais para a Revolução Industrial, nos séculos XIX e XX. O essencial era o domínio de um determinado conteúdo, acoplado a um conjunto de técnicas e procedimentos razoavelmente bem definidos.

 

O mundo contemporâneo evidencia grandes contrastes com o passado recente, em especial pela onipresença das tecnologias digitais, as quais inundam todos os setores, mudando hábitos e comportamentos e contribuindo com a redefinição de culturas. Muito mais do que uma era de mudanças, vivenciamos uma mudança de era. Novos modelos de desenvolvimentos econômicos, sociais e ambientais estão sendo discutidos e implementados, demandando cidadãos com características bastante diversas do século anterior.

 

Dos profissionais do futuro, tanto quanto o domínio de conteúdos específicos, serão exigidos, cada vez mais, o destemor de enfrentar desafios inéditos, as habilidades socioemocionais acopladas, a competência para trabalhar em equipe e, principalmente, a capacidade de completar, com sucesso, missões complexas. Tudo isso à luz do acesso ilimitado, instantâneo e gratuito a todo o conhecimento disponível.

 

Do ponto de vista das metodologias educacionais, os maiores desafios contemporâneos estão associados à adequada incorporação das tecnologias digitais e a adoção de arquiteturas curriculares e percursos formativos que contemplem as habilidades com a mesma atenção que o conteúdo desfruta, garantindo uma educação compatível com a realidade atual na qual todos aprendem, aprendem o tempo todo e cada um à sua maneira.

 

Tais tarefas incluem o uso adequado de plataformas de aprendizagem e técnicas de analítica da aprendizagem, as quais, em conjunto com a edugenômica, permitem conhecer o educando de forma inédita. Assim, torna-se possível estabelecermos os marcos de uma educação flexível e personalizada, customizada à luz da realidade específica e apropriada para cada educando e seus propósitos.

 

Neste contexto, é preponderante o papel que a metacognição, que transcende a cognição, passa a ter. A ênfase na metacognição permite ir além do conteúdo e sua assimilação, evidenciando ser igualmente importante um conjunto de habilidades socioemocionais e a reflexão, por parte do estudante, sobre a sua própria aprendizagem.

 

As metodologias educacionais especialmente preocupadas com a metacognição não dispensam o conteúdo, nem o desprezam. Ele era, é e sempre será importante, sendo que quanto mais profundo melhor. Mas, por vezes, o conteúdo pode ser visto também como uma espécie de álibi perfeito. Ou seja, tão relevante quanto o que foi aprendido (o conteúdo) é garantir que o educando tenha ampliada sua consciência acerca de como ele aprende (a arte do aprender a aprender), preparando-o para uma educação permanente ao longo da vida.

 

 

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A figura é o do filme “Um álibi perfeito / Reasonable Doubt”, de Peter Howitt, Canadá-Alemanha, 2014. Ver mais em:

Um Álibi Perfeito / Reasonable Doubt

 

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sexta-feira, 11 de agosto de 2017 aprendizagem, EaD, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 07:50

Flexibilizar as diretrizes curriculares: estímulo às práticas inovadoras

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A Lei 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases/LDB), entre outras contribuições, desfez a vinculação presumida entre diploma de nível superior e exercício profissional. A LDB define que os diplomas se constituem em prova da formação recebida por seus titulares. Cabe às corporações regular os exercícios dos profissionais após formados.

 

A exigência de currículos mínimos nos cursos superiores até meados da década de 1990 havia sido fortemente influenciada pelas ordens profissionais, com indesejáveis detalhamentos de disciplinas e cargas horárias e inibindo a inovação dos projetos pedagógicos dos cursos. A LDB apontou no sentido de assegurar maior flexibilidade na organização de cursos e carreiras, coerente com as tendências contemporâneas de considerar a formação no nível de graduação como etapa inicial da formação continuada.

 

Dentro do mesmo espírito, a Lei 9.131/1995, a qual criou o Conselho Nacional de Educação (CNE), conferiu, entre as atribuições de sua Câmara de Educação Superior (CNE/CES), deliberar sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos de graduação. As DCN representaram um avanço em relação à concepção baseada em currículos mínimos. Elas deveriam contribuir para a inovação e a qualidade do projeto pedagógico do ensino de graduação, oferecendo uma sólida formação básica, preparando o futuro graduado para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional.

 

As DCN, progressivamente, explicitariam as competências e as habilidades a serem desenvolvidas em cada curso, as respectivas cargas horárias mínimas e contemplariam orientações para os estágios e demais atividades que integrem o saber acadêmico à prática profissional, incentivando o reconhecimento de saberes adquiridos dentro e fora do ambiente escolar.

 

Com o tempo, porém, aquilo que havia sido um progresso, gradativamente, se cristalizou como um novo obstáculo aos avanços necessários para dar conta das demandas acerca da formação de um profissional contemporâneo. Atualmente, mediados pelas tecnologias digitais que invadem todos os espaços e setores sociais, temos o desafio de inovarmos as práticas educacionais conjugando quantidade com qualidade. Para tanto, há que se ofertar boa educação para todos, acessível o tempo todo e em todos os lugares e, principalmente, personalizada, customizada a partir das características e circunstâncias de cada educando.

 

Neste novo contexto, as DCN representam camisas de força inibidoras de novas experiências pedagógicas. Recentemente, ouvi do Prof. Edson Nunes, ex-presidente do CNE e grande educador, a afirmação de que uma desejável primeira medida de uma eventual reforma do ensino superior seria declarar extintas todas as DCN.

 

A LDB prevê estimular novas práticas educacionais, em caráter experimental, sem prejuízo aos espaços de controle regulatório exercido pelos órgãos de estado responsáveis. O art. 81 da LDB estabelece que é permitida a organização de cursos em caráter experimental, desafiando os educadores a explorarem inovações.

 

Fazendo uso desse dispositivo da LDB, seria altamente positivo um eventual desafio, partindo do Ministério da Educação (MEC), estimulando, por um período delimitado, que as instituições com cursos já reconhecidos e bem avaliados apresentassem propostas experimentais. Salvo engano, uma Portaria simples do MEC, em consonância com o CNE, abriria as portas para bem-vindos projetos acadêmicos inovadores.

 

A título unicamente de exemplo, seriam viáveis propostas de cursos híbridos e flexíveis que, entre outras novidades, fossem além do limite de 20% de educação a distância em cursos presenciais. Ou seja, seriam autorizados, de forma ágil, experimentos acadêmicos inovadores, desde que com justificativas convincentes de melhoria da qualidade de aprendizagem. Comissões de educadores, sob coordenação da CNE/CES ou de quem mais o MEC designar, fariam os acompanhamentos e análises dos resultados.

 

Findos os prazos previstos de experimentação e de avaliação das iniciativas, seria possível examinar se há ou não argumentos para alterar as DCN e demais regras em vigor. O relevante neste processo proposto é que terão sido as inovações acadêmicas e suas práticas educacionais induzidas, examinadas a partir de evidências de atingimento de resultados, que inspirarão as futuras orientações.

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Figura em Domínio Público, acessível em:  

http://www.publicdomainpictures.net/pictures/10000/velka/1210-1240955589bN31.jpg

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sábado, 5 de agosto de 2017 aprendizagem, EaD, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 08:21

Blockchain: o que é e para que serve

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Blockchain é uma ideia original e genial apresentada em 2008 no artigo “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System”, publicado em nome de Satoshi Nakamoto, cuja real identidade é ainda controversa. O conceito é simples e claro: toda informação digitalizada pode ser amplamente distribuída em toda a rede internet e validada de forma descentralizada, confiável, fiel e eficiente, dispensando intermediários. Sua aplicação mais relevante e conhecida é a moeda digital Bitcoin. A partir do seu grande sucesso, novas aplicações têm sido sugeridas.

 

Contratos, transações e registros ocorrem o tempo todo na internet. Ao adotar a tecnologia blockchain, os registros são formatados, validados e acumulados em blocos, retratando tudo o que já foi realizado, adicionados linear e cronologicamente. Todos os nós associados a um específico processo, ou seja, todos os computadores autorizados e conectados, têm a tarefa de disponibilizar e validar as transações e ao fazê-lo obtêm uma cópia da blockchain registrada. A posse do registro permite acesso à informação completa sobre os endereços e dados diretamente do bloco original até o bloco recentemente finalizado, constituindo-se na prova acerca das transações ocorridas na rede relativas àquele processo. Como ilustração de autenticações digitais em áreas diversas da financeira, o Massachusetts Institute of Technology, MIT, é o pioneiro no uso de blockchain na emissão de diplomas e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio, ITS, o primeiro a emitir certificados no Brasil.

 

Se uma eventual correção de transação existente for necessária, os nós envolvidos devem majoritariamente executar alguns algoritmos para avaliar e verificar o histórico, gerando um novo consenso e assim, se for o caso, um novo bloco é adicionado à cadeia de transações. Eventualmente, uma parte dos nós não reconhece a adição e a entrada é negada e nada é adicionado à cadeia. O fato dos nós autorizados verificarem diretamente as transações elimina a necessidade de câmaras de compensação e outros agentes intermediários, reduzindo custos, eliminando burocracias e burocratas, aumentando a velocidade e ampliando a fidelidade dos dados registrados. Assim, as assinaturas digitais evitam que estranhos ou mal-intencionados possam causar danos à fidelidade dos dados e à integridade criptográfica, associados ao exame dos múltiplos nós da arquitetura blockchain.

 

A título de exemplo de área potencial de aplicação da tecnologia, cito a regulação do ensino superior brasileiro, em especial do setor privado na sua relação com o governo federal. A regulação tem como centro a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, SERES, do Ministério da Educação (MEC), tendo como referencial básico o processo avaliativo a cargo do Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais, INEP, do mesmo ministério. A regulação, portanto, envolve, além dos dois atores citados, milhares de instituições de ensino superior, incluindo seus docentes, estudantes e colaboradores, contemplando no processo as relações com os demais interessados (Secretaria da Educação Superior/MEC, Conselho Nacional de Educação, associações profissionais, pais dos alunos, concorrentes no setor, empresas etc.).

 

A execução desse processo tem se mostrado demasiadamente complexa, dado que os protocolos e os agentes envolvidos demandam burocracias enormes e níveis de confiabilidade que sugerem, mesmo quando bem feitos, questionamentos. Além de ser um sistema oneroso que impacta no estado, demandando forte burocracia, e, em última instância, custeado em parte pelos estudantes do ensino superior, dado que naturalmente os custos são repassados às mensalidades.

 

O Censo da Educação Superior, parte integrante do processo avaliativo e regulatório, poderia ser extraído online com total fidelidade, contendo os registros do corpo docente bem como os acompanhamentos diários dos dados de cada disciplina e turma, tornados públicos naquilo que for pertinente, gerando validações contínuas e confiáveis. Os registros acadêmicos, individuais de cada estudante e os coletivos de toda a instituição, assim como as instalações, laboratórios, bibliotecas etc. constituiriam dados registráveis, validados e verificáveis instantaneamente.  Como ocorre com o Bitcoin, só seria tornado público aquilo que foi acordado entre as partes, com diversos níveis de privacidade a serem respeitados.

 

Assim, a regulação do ensino superior brasileiro, especialmente do setor privado, poderia ser efetivada em níveis de transparência e eficiência sem precedentes e a um custo infinitamente menor. As ações adicionais de outras naturezas (supervisões, visitas in loco etc.) estariam reservadas para casos excepcionais, frutos de indicação de necessidades apontadas pelo sistema implementado.

 

É possível, portanto, a partir da adoção de adequadas tecnologias inovadoras, melhorar efetivamente a oferta de vários produtos e serviços regulados pelo estado. Da mesma forma, a fidelidade e a completeza dos dados disponíveis permitem a elaboração e a implementação de políticas públicas de alta qualidade em muitos setores no mundo contemporâneo.

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Figura em Domínio Público, disponível em: https://images.pexels.com/photos/356358/pexels-photo-356358.jpeg?h=350&auto=compress&cs=tinysrgb

 

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