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Arquivo de maio, 2017

domingo, 28 de maio de 2017 aprendizagem, EaD, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 12:00

Evidências no ensino de Engenharia

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engenheiro

Com o intuito de melhorar o rendimento acadêmico em Física dos ingressantes nos cursos de Engenharias, a Estácio introduziu há pouco mais de dois anos a disciplina “Bases Físicas para Engenharia”. Entre os objetivos estratégicos, estava o de adequar o ensino, customizando-o ao perfil dominante dos ingressantes, em geral com formação anterior deficiente em Física.

 

A disciplina foi projetada para ser um dos paradigmas do projeto inovador “Ensino 2020”, tendo nascida híbrida (metade presencial e metade a distância) e baseada na plataforma de aprendizagem inovadora SAVA (“Sala Virtual de Aprendizagem”). Neste ambiente interativo, o educando acessa videoaulas ministradas por, reconhecidamente, melhores professores de Física do país (de fora e de dentro da Estácio), textos, objetos de aprendizagem, resolução interativa de exercícios, orientação para realização de atividades práticas etc. Aspectos conceituais e históricos da Física conectada à Engenharia são explorados nesta disciplina, incluindo as bases do método científico e o estímulo à aprendizado a partir de situações contextualizadas.

 

Fruto do aumento de acessibilidade ao ensino superior na última década e da maior demanda por profissionais com conhecimentos técnicos, tecnológicos e científicos mais profundos, a opção por cursos de Engenharias é, definitivamente, uma marca dos tempos atuais. O incremento da participação do setor privado no ensino superior implicou em maior oferta de cursos no período noturno, viabilizando que profissionais que trabalham durante o dia pudessem cursar Engenharia. Diferentemente de cursos nas áreas de Gestão, Licenciaturas ou de Tecnólogos de nível superior, as carreiras em Engenharias exigem uma base diferenciada de conhecimentos preliminares de Matemática e Ciências. Em geral esses ingressantes não as têm no nível desejado, demandando, portanto, a adoção de medidas extraordinárias, sem o que as reprovações e consequentes desistências se tornam rotinas. Com o intuito de diminuir a grande reprovação em disciplinas iniciais de Física ao longo do primeiro ano, as quais, juntamente com Matemática, eram as grandes responsáveis pelo expressivo abandono, a partir de 2015, os ingressantes em cursos de Engenharias, antes de cursarem as disciplinas tradicionais de Física, passaram a cursar “Bases Físicas para Engenharia”.

 

Os resultados preliminares são surpreendentemente positivos, atestando de forma inequívoca que o caminho adotado de introduzir uma disciplina preparatória, que antecede as tradicionais, está sendo muito bem-sucedido. Submetidos os alunos ao mesmo rigor e exigência, o índice de reprovação que era de 54,3 % em Física I em 2015/2 (alunos que não fizeram a disciplina preparatória) caiu para 19,7% em 2016/1 (alunos que tiveram a oportunidade de frequentar a disciplina introdutória). A consistência permanece em Física II, onde a reprovação que era de 32,3% foi reduzida para 11,7%.  Ou seja, em termos práticos, mais de um terço da turma que tipicamente era reprovada, com enormes chances de abandono, foram, fruto desta estratégia educacional, aprovados. Ressalte-se que com grandes possibilidades de cumprirem com sucesso seus planos de se tornarem Engenheiros, dado que as reprovações nos anos seguintes retornam aos níveis de normalidade.

 

Em suma, trata-se de exemplo simples de abordagem educacional que viabiliza àqueles que, em geral, seriam assumidos como incapazes de cursar Engenharias, por falta de bagagem preliminar em Ciências e Matemática, uma vez expostos à correta abordagem educacional, possam obter sucesso. Esses alunos que lograram êxito na superação de suas deficiências anteriores, ao atingirem o nível desejado, não são simplesmente iguais àqueles que, eventualmente, já apresentavam os rendimentos esperados. Eles são melhores, dado que atingiram o mesmo patamar, mas incorporaram algo a mais: a capacidade da superação, aumento da autoestima e o consequente aprimoramento da capacidade de aprender a aprender.

 

São essas evidências, ancoradas em experiências monitoradas, que dão solidez às teorias, sobre as quais, em geral, temos somente opinião prévia antes que o exercício prático no campo real nos dê a devida segurança. É sim possível customizar trilhas educacionais, dirigidas a propósitos e educandos específicos, a partir de corretos pressupostos do processo ensino-aprendizagem.

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Figura em Domínio Público em: http://thumb7.shutterstock.com/photos/display_pic_with_logo/803866/131622179.jpg

 

 

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segunda-feira, 22 de maio de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 10:58

Herança educacional perversa

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Educação é uma das mais relevantes e eficientes ferramentas para a promoção de oportunidades de ascensão social. Porém, educação não é um instrumento neutro; ao contrário, por ser tão eficaz, ela funciona, em certas circunstâncias, cumprindo também o papel oposto, ou seja, o perverso aumento das desigualdades e a cristalização da exclusão.

 

Os tempos mudaram e certos conceitos ficaram para trás. Fácil perceber que os títulos de nobreza, muitos deles hereditários, têm bem menos relevância atualmente do que desfrutavam antigamente. Mais recentemente, as camadas mais esclarecidas e privilegiadas, progressivamente, percebem que há algo mais importante do que simplesmente deixar riquezas materiais aos seus herdeiros. Trata-se, principalmente, de proporcionar às crianças e aos jovens capacitação intelectual diferenciada, incluindo todas as formas de competências e habilidades, tal que lhes permitam competir em condições favoráveis quando adultos.

 

Ainda que em si elogiável e coerente tal atitude, interessante observar que, em consequência, remete ao poder público e à sociedade em geral um desafio complexo e sofisticado. Aquilo que os pais decidem fazer com seus recursos, dentro dos limites apropriados, é de competência exclusiva deles e optar por investir em educação é legítimo e elogiável. No Brasil, dados disponíveis mostram claramente que a máxima correlação entre os aprovados nos vestibulares mais concorridos está associada, mais do que à renda familiar, à escolaridade dos pais. Ou seja, pais escolarizados tendem, o que é natural, a ter mais preocupação com o tema e propiciam, direta ou indiretamente, um contato doméstico com letramentos preliminares, acessos a leituras e demais suportes complementares. Ao Estado cabe decifrar o contexto e implementar políticas públicas compatíveis que viabilizem procurar igualar oportunidades.

 

Na China, na província de Xangai, escolas particulares para selecionar seus alunos realizam testes com os respectivos pais e avós, fazendo dos passados educacionais e profissionais deles critérios para aceitação de seus filhos. Na mesma medida em que a desigualdade de renda cresce, os pais da emergente classe média chinesa abandonam as escolas públicas à procura de diferenciais que permitam angariar vantagens aos seus filhos. Neste caso, educação, projetada para atuar em direção à igualdade de oportunidades e aumento de mobilidade social, funciona como cristalização de diferenças e, eventual, eternização de desigualdades.

 

O drama maior, seja no Brasil ou na China, não é a oportunidade de boa educação aos filhos dos mais ricos ou escolarizados, mas sim a insuficiente qualidade da educação reservada aos menos favorecidos, resultando, na prática, numa gigantesca perda de talentos. Como consequência, ao desperdiçar talentos, a capacidade global da sociedade, em termos de desenvolvimento social, econômico e ambiental, é afetada negativamente. O que podemos estar aceitando é introduzir um nível cada vez mais forte de artificialidade em um processo que deveria, em princípio, ser baseado em maximizar as potencialidades de todos. Os futuros cidadãos e profissionais estariam largando de bases muito desiguais na infância, permitindo aos felizardos que, mesmo com menos talento, possam sobrepujar aos demais, eventualmente mais capacitados, porém, excluídos antes da partida começar.

 

A nobreza perdeu privilégios, fruto das revoluções republicanas. As democracias recentes impuseram ao domínio simples do capital algumas derrotas, expressas por importantes conquistas sociais. Claramente não havia correlação direta entre nobreza ou riqueza com talento, portanto, aquelas perdas foram reconhecidas como justos avanços e ganhos de produtividade. A versão contemporânea dos títulos de nobreza ou da riqueza de bens materiais é o papel reservado à escolaridade dos pais. Fenômeno este que se torna mais evidente quando a maioria deles viveu, quando jovens, em sociedades, a exemplo de Brasil e China, com relativamente baixo acesso à educação.

 

O enfretamento positivo deste tema é muito complexo e não há medida isolada que dê conta do enigma. A utilização intensa e adequada das oportunidades que as tecnologias digitais propiciam de acesso pleno, instantâneo e gratuito ao conhecimento, certamente, faz parte do conjunto de soluções. Cabe ao poder público e às demais iniciativas da sociedade, em seus planos de conjugar qualidade e quantidade, saberem decifrar este sofisticado e urgente desafio.

 

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Figura em Domínio Público, via o link:

https://static1.squarespace.com/static/55ffe43fe4b03b9c7803b90b/t/5601aa39e4b061985f66abbf/1442949693257/students+in+school.jpg

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sábado, 13 de maio de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 10:19

O fim da escola sem fim

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Aristoteles-school

 

As raízes mais remotas da escola, tal como nós a conhecemos hoje, estão depositadas na Grécia Antiga, especialmente referenciadas, ao redor do século IV a.C., na Academia de Platão e no Liceu de Aristóteles. A escola nasce com o objetivo de formar os futuros dirigentes de Atenas, indo além dos sofistas, à medida que estabelecia um espaço comum permanente, frequentado de forma regular por mestres e discípulos, atores fixados no mesmo objetivo de repassar e receber conhecimentos.

 

Passados quase dois milênios e meio, essa escola viria a atingir seu apogeu na fase mais madura da revolução industrial no século XX, onde a demanda em grande escala por mão de obra especializada foi atendida com enorme competência e maestria.  Nesses milênios, educação foi favorecida pelo surgimento do livro moderno no século XV, pela consolidação do método científico no século XVII, pela máquina a vapor e outras tecnologias no século seguinte e, especialmente, pela Revolução Industrial nos tempos que se seguiram.

 

Os níveis extremos de compatibilidade e de pertinência das organizações educacionais, incluindo as metodologias e os modelos de gestão escolares adotados, fizeram delas das mais bem sucedidas e respeitadas instituições do mundo moderno. A escola, no sentido amplo, contribuiu significativamente para grandes avanços em termos de ampliação do acesso a serviços e a produtos de qualidade. Foi dentro dos seus muros que foram gerados os conhecimentos que resultaram no aumento da expectativa de vida e, principalmente, produziram as condições para a grande revolução decorrente das tecnologias digitais, as quais estão a transformar, num processo ainda em curso, o mundo contemporâneo.

 

A escola tem cumprido várias funções, entre elas, a de ser o espaço de transmissão de conhecimento, formando cidadãos que dominam certos conteúdos e profissionais habilitados a determinadas técnicas e procedimentos específicos. Nesta concepção, os níveis escolares refletem etapas formativas com diferentes graus de profundidades e os respectivos diplomas e certificados atestam os conhecimentos adquiridos e as respectivas competências e habilidades associadas a cada uma das áreas do saber.

 

Todas as instituições e setores contemporâneos estão sendo e serão profundamente afetados pelas tecnologias digitais, em especial a escola, dado que a marca dos novos tempos é a emergência de uma sociedade na qual a informação está plenamente disponível, imediatamente acessível e essencialmente gratuita. Assim, as instituições educacionais, por sua relação orgânica com a informação e o conhecimento, demandam ser especialmente reconceptualizadas. Elas devem ser repensadas à luz de um cenário onde mais relevante do o que foi aprendido é aprimorar a capacidade de aprender a aprender. Informação, em si, passa a ser o mais disponível e vulgar dos produtos.

 

Aprendemos, a partir de agora, dentro e fora da escola, a qualquer tempo e por qualquer meio e o fazemos, principalmente, como meio de ampliar nossa consciência acerca dos mecanismos segundo os quais ampliamos nossa capacidade de aprender a aprender.  A escola que marcava suas etapas pelos diplomas e certificados, atestando os conhecimentos adquiridos, nas formas de conteúdos, técnicas e procedimentos, dá espaço a um novo conceito onde as etapas correspondentes, da creche ao pós-doutorado, se caracterizam essencialmente pelos níveis diversos da capacidade de aprender continuamente em um mundo de educação permanente ao longo da vida.

 

Há uma essência perene nas funções da escola e do professor, mas certamente ela não está em seus prédios ou nos modelos de gestão, tampouco nas atuais metodologias e abordagens educacionais. Enfim, é rica e bela a história da escola, uma instituição que se pensava sem fim e que hoje, promissoramente, se prepara para se reconfigurar plenamente.

 

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Figura em Domínio Público: “School of Aristotle”, fresco by Gustav Spangenberg.

 

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terça-feira, 9 de maio de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 08:40

Palestra “Educação Contemporânea e Tecnologias Digitais” na UNESP (link incluso)

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unesp

A Unesp, Universidade Estadual Paulista, foi criada em 1976, resultante da incorporação de vários Institutos Isolados de Ensino Superior, localizados no interior do Estado de Estado de São Paulo. Do conjunto inicial fizeram parte a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis (cidade onde nasci), a de Araraquara, de Franca, de Marília, de Presidente Prudente, de Rio Claro e de São José do Rio Preto. Outros Institutos Isolados foram criados com a finalidade de formação profissional como a Faculdade de Farmácia e Odontologia de Araraquara, a mais antiga de todas essas escolas, fundada em 1923 e incorporada ao patrimônio estadual em 1956. As outras foram as duas Odontologias, de Araçatuba e de São José dos Campos, a Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal, a de Engenharia de Guaratinguetá e a Medicina de Botucatu.

 

Durante os anos 80, a Unesp passou por algumas modificações que ficaram registradas em seu novo Estatuto, assinado em 1989. Entre elas, destaque-se a ênfase na democratização e expansão. Durante esse período, a Universidade esteve à procura da formação de uma identidade que pudesse superar a talvez excessiva fragmentação. Esta procura significou uma aproximação cada vez maior da Universidade com o interior do Estado de São Paulo, ao atender aos insistentes apelos das comunidades do interior, quer pela incorporação de novos espaços, como nos casos da Universidade de Bauru (1987) ou na incorporação do Instituto de Física Teórica – IFT (1987).

 

Em suma, a Unesp é hoje reconhecida como uma das melhores universidades brasileiras, seja na qualidade do ensino que ministra, na excelência da pesquisa que desenvolve e, especialmente, pelos pioneiros trabalhos de extensão em curso. Portanto, foi com enorme satisfação que atendi o Convite para ministrar a Palestra “Educação Contemporânea e Tecnologias Digitais”, no último 27 de abril, por ocasião da reunião do Conselho Universitário. Os debates tiveram foco na da inovação do ensino, tanto na Graduação quanto na Pós-Graduação.

 

A palestra teve transmissão ao vivo pela TV UNESP e, aos interessados, segue link para a Palestra completa, incluindo as manifestações posteriores:
https://www.tv.unesp.br/video/DjOSWI-lrjg

 

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terça-feira, 2 de maio de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Inovação e Educação | 16:06

Novos horizontes educacionais

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Educar está progressivamente se tornando mais difícil e desafiador. Ingressamos em uma sociedade na qual a informação está totalmente acessível e é instantaneamente disponibilizada, de forma gratuita. Diante deste cenário, tão ou mais relevante do que aquilo que foi aprendido (associado genericamente à cognição ou ao ato de aprender) é o amadurecimento da consciência, por parte do educando, acerca dos mecanismos segundo os quais ele melhor aprende (metacognição ou ato de aprender a aprender).

 

Vivenciaremos uma mudança progressiva de foco em direção a privilegiar as chamadas competências metacognitivas, incluindo as habilidades interdisciplinares, transversais e socioemocionais. Entre as características metacognitivas, destaco, a título de ilustração, aprendizagem independente, solução de problemas complexos, perseverança, autocontrole emocional e cumprimento simultâneo de multitarefas em equipe. Tais predicados são especialmente relevantes em missões envolvendo pensamento crítico, capacidade analítica, uso do método científico, comunicação, colaboração, criatividade, empreendedorismo, empatia, cordialidade, respeito e gestão da informação e de emoções.

 

Visando a entender melhor os horizontes educacionais no panorama mundial, o projeto “Horizon Project”, uma iniciativa do New Media Consortium (NMC), apresenta anualmente, de forma analítica e aprofundada, um balanço acerca das metodologias educacionais e tecnologias emergentes com impactos nos processos de ensino e aprendizagem.

 

A Edição Horizon 2017 é um esforço colaborativo entre o NMC e a Iniciativa de Aprendizagem Educause (ELI). No caso específico do Brasil, o relatório é capitaneado pela Editora Saraiva e o Grupo “Somos Educação”, assessorados por um Comitê de Especialistas, do qual, a convite dos Organizadores, tenho a honra de participar. O objetivo central é identificar e definir as principais tecnologias emergentes que impactarão nos próximos cinco anos a aprendizagem e a pesquisa no contexto da educação superior brasileira. Para saber mais, basta acessar o link: http://nmc.org/nmc-horizon.

 

As novas estratégias educacionais passam agora a enfatizar elementos motivacionais, incluindo atenção especial a trabalhos colaborativos (capacidade de produzir em equipe) e aspectos interdisciplinares (habilidade de estabelecer conexões entre diversas áreas do saber), acrescidos de relevância de comportamentos como tolerância e compaixão (empatia aplicada, isto é, entender o outro por se colocar na posição do outro e agir em função disso). São também relevantes os estímulos à visão empreendedora (criatividade conjugada com exequibilidade e sustentabilidade) e o especial domínio de linguagens e de plataformas digitais.

 

Complementarmente, algumas áreas que hoje ainda estão incipientes deverão se projetar fortemente ao longo dos próximos cinco anos. Entre elas, destaco genômica educacional e analítica da aprendizagem. Devido aos avanços em genética e das tecnologias digitais, será mais simples o uso de informações detalhadas sobre o genoma humano e, desta forma, identificar sua parcela de contribuição para características particulares relacionadas aos processos educacionais.

 

Genômica educacional, juntamente com analítica da aprendizagem, podem ser as chaves para uma educação personalizada. Ao colaborar no desenho de estratégias educacionais e currículos customizados, evitamos penalizar os educandos que não se encaixam nos modelos educacionais mais tradicionais voltados ao atendimento da média.

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