Publicidade

Arquivo de janeiro, 2017

terça-feira, 24 de janeiro de 2017 aprendizagem, EaD, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação | 14:05

Avant-première do aplicativo Spark da Cisco

Compartilhe: Twitter

IMG_2435

Aproveitando a participação em Londres no evento BETT (http://www.bettshow.com), hoje foi dia de visitar o Centro de Pesquisa e Inovação da Cisco no Reino Unido (http://www.cisco.com/c/m/en_uk/innovation/index.html).

Cisco é uma companhia sediada na Califórnia-USA (Cisco, de fato, vem do nome da cidade San FranCISCO) com 50.000 empregados em todo o mundo, inclusive Brasil, e com um faturamento anual de quase U$ 30 bilhões em 2016.

A atividade principal da Cisco é o oferecimento de soluções para redes de computadores e comunicações, tanto na fabricação e venda de roteadores e switches, bem como na prestação de serviços por meio de suas subsidiárias Linksys, WebEx, IronPort e Scientific Atlanta.

No início de suas operações, a Cisco apenas fabricava roteadores de grande porte para empresas, sendo uma das maiores empresas do planeta nesta área. Gradualmente diversificou os seus negócios passando a atender também ao consumidor final tecnologias como Voip. Ao mesmo tempo, progressivamente, seu segmento corporativo foi sendo ampliado, inclusive para área educacional.

Hoje, por feliz coincidência, é dia do lançamento mundial de prometidos grandes avanços na Plataforma Digital Spark Board, a qual promete ter sido desenhada para revolucionar as ferramentas de trabalho em equipe à distância.

As aplicações na área educacional são promissoras, seja especificamente em educação a distância bem como nas múltiplas versões híbridas de ensino.

O aplicativo Spark promete ser disruptivo e inovador ao facilitar o trabalho em equipe, com pessoas e missões conectadas. Reune pessoas, envia arquivos de qualquer natureza e tamanho e realiza video conferências, com alta qualidade e de forma muito fácil, entre todos os membros do grupo. A versão gratuita viabiliza reuniões de até 3 pessoas. A promessa final é menos e-mail, mais agilidade e melhor qualidade do cumprimento de missões em time. A segurança via criptografia garante que os arquivos trocadas via nuvem são impenetráveis, prometendo privacidade absoluta.

Para mais informações acesse http://www.ciscospark.com.

Vale a pena conferir e baixar gratuitamente o aplicativo.

Leia mais »

Autor: Tags:

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Inovação e Educação | 09:16

McLuhan, meio século depois: o meio era, de fato, a mensagem

Compartilhe: Twitter

mcluhanbook

 

O filósofo e educador canadense Herbert Marshall McLuhan (nascido em Edmonton em 1911 e falecido em Toronto em 1980) é considerado por muitos um dos mais relevantes pensadores do século XX.  O que é certo é que ele antecipou os impactos, com detalhes, do que viria a ser uma futura rede mundial de computadores, a internet, a qual só foi viabilizada décadas depois de sua morte. Suas ideias e análises originais têm contribuído substancialmente para explicar os fenômenos envolvendo os meios de comunicação e suas relações com a sociedade. McLuhan foi importante para entender a virada do milênio e continua sendo essencial no transcurso destas primeiras décadas. Entre suas tantas obras, destacam-se: O Meio é a MensagemGuerra e Paz na Aldeia Global e Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem.

 

Neste ano de 2017, estamos celebrando os 50 anos do livro: The Medium is the Massage: An Inventory of Effects*, publicado em 1967, em coautoria com o designer gráfico Quentin Fiore. A obra composta de textos e imagens representava uma experiência sensorial que transcendia o ato simples da leitura, explorando o fato que cada meio dizia respeito a uma mensagem, com efeitos diferentes no sensorial humano. Desta forma, os meios eram considerados extensões do ser humano, incluindo seus sentidos, mentes e corpos. O livro foi um exercício bem-sucedido de premonição, destacando os possíveis efeitos do que McLuhan chamava de circuitação eletrônica, uma clara antecipação do que um dia viria a ser a rede mundial de computadores. Só mesmo um visionário para prever naquele ano que um nível de interdependência eletrônica envolvendo toda a população fosse prover informação abundante, instantânea e gratuita, acelerando sua visão de Aldeia Global.

 

A grande ruptura nos pensamentos de McLuhan estava em assumir que o meio fosse em si um elemento essencial da comunicação e não somente um canal de passagem ou um veículo de transmissão. Ou seja, cada suporte midiático (rádio, jornal, cinema, televisão etc.), independente do conteúdo, teria suas características próprias, e consequentemente, os seus efeitos específicos. Assim, uma eventual transformação do meio poderia ser mais determinante do que uma alteração no conteúdo, evidenciando que o mais importante não seria o conteúdo da mensagem, mas sim o veículo, pelo meio do qual a informação estava sendo transmitida.

 

Quanto à educação, McLuhan percebeu o quanto esta área seria em seguida afetada, predizendo que, em suas palavras, “uma rede mundial de computadores tornará acessível, em alguns minutos, todo o tipo de informação aos estudantes do mundo inteiro”. Na verdade, hoje a citada informação já é abundante, instantânea e, progressivamente, gratuita. Previu também, corretamente, que em um futuro próximo: “em nossas cidades, a maior parte da aprendizagem ocorrerá fora da sala de aula. A quantidade de informações transmitidas pela imprensa excederá, de longe, a quantidade de informações transmitidas pela instrução e textos escolares”. Assim, totalmente coerente com a realidade contemporânea onde todos aprendem, aprendem o tempo todo, fora e dentro da escola, e cada qual de maneira personalizada, adotando meios, estratégias, metodologias que lhe são mais adequadas e convenientes.

 

McLuhan, portanto, desconstruiu uma relativa obsessão pelo conteúdo, resquício, segundo ele, da cultura letrada obsoleta, incapaz de se adaptar às novas condições tecnológicas. Ele sugeriu abandonar o excessivo esforço na interpretação do conteúdo e enfatizou a necessidade de centralizar as atenções no que deveria ser o alvo central: o meio. Educacionalmente, há também um interessante paralelo com a crescente preponderância metodológica do aprender a aprender sobre o simples aprender. Ou seja, mais do que o conteúdo aprendido, trata-se de reconhecer a centralidade do amadurecimento do educando acerca dos mecanismos segundo os quais ele aprende. Em resumo, em um mundo de educação permanente ao longo da vida, o que importa ao estudante é ter, ao longo do processo, aumentado seu nível de consciência acerca de como ele aprende (metacognição) e ter amplificado o domínio da multiplicidade de meios associados aos processos de aprendizagem.

—-

*De fato, o ‘massage’ao invés de ‘message’ foi somente um erro tipográfico por conta da gráfica. Por decisão pessoal de McLuhan, assim ficou.

Autor: Tags:

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Inovação e Educação | 08:41

Edugenômica: a importância dos gêmeos

Compartilhe: Twitter

 

twins-1466328085i47

Em artigo anterior acerca de genômica educacional, o destaque foi explorar análises entre desempenho escolar e DNA. O foco foi destacar a constatação de que cada educando aprende de maneira única, demandando que ofertemos percursos educacionais múltiplos, tal que cada um possa encontrar os caminhos que melhor possa se adaptar. Genômica educacional, juntamente com as abordagens baseadas na analítica da aprendizagem e o uso dos demais dados de diversos fatores ambientais e sócio-demográficos, viabilizam ingressarmos em um novo cenário de educação permanente ao longo da vida, onde todos aprendem, aprendem o tempo todo e, especialmente, onde cada um deve poder explorar ao máximo suas características e talentos próprios.

 

Precedendo os estudos mais recentes, o debate foi em que medida as diferenças individuais nos desempenhos educacionais eram derivadas de natureza socioambiental geral ou de fatores genéticos. No meio acadêmico, uma aceitável abordagem sobre o tema tem sido desenvolver estudos sistemáticos envolvendo grande número de gêmeos, no qual se comparam gêmeos idênticos com gêmeos fraternos. É assumido que, se os gêmeos são idênticos, eles compartilham 100% de seus genes, e, se os gêmeos são não idênticos, eles têm em comum, em média, apenas metade dos genes. Assim, o pressuposto é que as diferenças nas pontuações dos exames entre os dois conjuntos de gêmeos são basicamente devidas à genética, e não fruto da educação recebida ou do ambiente em que vivem.

 

O principal e mais completo estudo mundial de acompanhamento do desenvolvimento educacional de gêmeos é conhecido como TEDs (em inglês “The Twins Early Development Study”). Este estudo, em curso desde 1994 e envolvendo mais de 15.000 famílias, é baseado no King’s College London, contando com a participação de outras 25 grandes universidades. Os resultados até aqui apontam que essas diferenças têm uma componente genética (hereditariedade) mais relevante do que outras componentes decorrentes de interações com o ambiente. Em uma amostra de 7.500 pares de gêmeos britânicos, analisados nas idades de 7, 9 e 12 anos em letramento e matemática, a média de hereditariedade foi de 68%. Significa que dois terços das diferenças (variâncias) nos desempenhos nos testes escolares dessas crianças podem ser associadas às diferenças genéticas.

 

Tais resultados se mostram inalterados ao final da educação básica, como atestam os resultados no exame denominado Certificado Geral de Educação Secundária (GCSE, em inglês “General Certificate of Secondary Education”), aplicado na Inglaterra e País de Gales. Um estudo envolvendo 11 mil gêmeos idênticos e não idênticos de 16 anos, sugeriu que os genes de cada aluno representavam uma diferença de 58% em seus resultados nas disciplinas básicas de inglês, matemática e ciências, enquanto os fatores ambientais, tais como a escola, bairro e família, têm um impacto de 29%.

 

Fundamental reforçar que esses resultados não minimizam o papel da escola, dado que, mesmo que a hereditariedade tivesse uma predominância de 100% (que não é o caso), a escola continuaria sendo muito importante. Além disso, e tão relevante quanto, ao conhecer as diferenças e respeitá-las, podemos e devemos desenvolver currículos, abordagens e metodologias que sejam desenhadas especificamente levando em conta cada indivíduo e cada circunstância educacional.

 

Da mesma forma, os estudos até aqui desenvolvidos não devem representar nenhum estímulo para, a partir das desigualdades genéticas, priorizar a educação de supostos melhores e, consequentemente, descuidar dos demais. Ao contrário, ao maximizarmos a oferta de trilhas educacionais, respeitando as peculiaridades de cada educando, podemos permitir que todos, sem exceção, possam atingir um patamar mínimo de aprendizagem. Fundamental garantir que, à luz do máximo de informações sobre todos, ninguém seja excluído e possam os educandos, sem distinção, explorar cada qual seus talentos próprios, viabilizando cumprirem suas legítimas expectativas.

——————————

Figura em Domínio Público, como visto em: http://www.publicdomainpictures.net/pictures/180000/velka/twins-1466328085i47.jpg

Autor: Tags:

terça-feira, 3 de janeiro de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Inovação e Educação | 16:27

Educational genomics: academic achievements and DNA

Compartilhe: Twitter

dna1

Educational genomics is expanding quickly in the last few years because of the advances in genetics and digital technologies, allowing the use of detailed information about the human genome and, consequently, to identify its contribution to particular traits that are related to educational processes.

 

Learning analytics is an educational approach based on systematic analysis of data associated to the student’s behaviour using models, algorithms, simulations and statistical patterns (http://reitoronline.ig.com.br/index.php/2016/09/26/analitica-da-aprendizagem-e-parte-da-solucao/). Educational genomics, together with learning analytics, are keys for a personalized education, avoiding penalizing learners who do not fit traditional methodologies applied to average students.

 

The theme Genetics and human behaviour has been always filled with fascination and suspicion. Increasingly, in Medicine (Farmacogenomics), and in Psychology or Education, we are learning that we can improve the quality of life for all by knowing better and respecting individuals’ particularities, including genetics. The fears about eugenic feelings and inappropriate readings of the recent scientific advances will always be present and the better way to avoid them is to know more about the subject itself. This is the best strategy which keeps us alert to the distinction between the good use of the new knowledge and its improper uses and incorrect interpretations.

 

Throughout the year of 2016, publications in prestigious journals of the Nature group presented surprising results about the influence of genetics on different educational characteristics. Last May, in the largest genomic association study of behavioural traits, researchers identified 74 regions of the genome associated with years of school completion (http://www.nature.com/nature/journal/v533/n7604/full/nature17671.html).

 

Based on the results mentioned above, another group of authors raised the possibility of predicting part of 7, 11 and 17-year-old students’ achievement from the analysis of their respective DNAs (http://www.nature.com/mp/journal/vaop/ncurrent/full/mp2016107a.html). They calculated the polygenic scores associated with years of schooling and compared them with the results of national exams in Math and English using    a sample of students from England, Wales and Northern Ireland.  Surprisingly, such genetic scores explained 9% of variability in educational achievement of 16-year-old students.

 

In addition, the researchers demonstrated that predictive power over school performance is most evident at the extremes of the distribution of genetic scores. Learners with higher polygenic scores obtained concepts between A and B and those with lower scores the concepts were between B and C (https://www.rt.com/news/352123-dna-test-school-study/). Thus, such an approach may be even more relevant for students with less satisfactory academic performance, since it allows for early intervention through appropriate actions and educational policies.

 

It is important to emphasize that the results described above reflect the responses to a specific educational system and to a particular set of tests. In addition, they do not mean that a student’s overall academic performance is determined solely by genetics. However, polygenic scores, according to the authors, can provide in advance relevant information about the greater or lesser genetic predisposition of the child/adolescent to achieve low (or high) performance in such standardized tests. Thus, through personalized approaches, depending on specific circumstances, it is possible to change, in a timely manner, the efficiency of the learning process.

 

One important educational novelty of the contemporary world is that every learner learns in a unique way, demanding that we offer multiple educational paths so that each one can can find the approach that best fit   him/herself. Educational genomics, together with learning analytics and general environmental and socio-demographic factors, make it possible to inaugurate a new scenario of lifelong education where everyone learns, learns all the time, and, especially, where each one will be able to fully exploit his own characteristics and talents.

—————————————————

Figure in Public Domain, as seen in: https://www.google.com/searchq=public+domain+dna+education&rlz=1C5CHFA_enBR692BR692&espv=2&biw=1272&bih=596&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjeh9fs2KbRAhXCIpAKHdN0AdoQ_AUIBigB#imgrc=B1tsiFDAITkbKM%3A

 

Autor: Tags:

domingo, 1 de janeiro de 2017 aprendizagem, Educação e Tecnologia, Inovação e Educação | 08:47

Genômica educacional: desempenho escolar e DNA

Compartilhe: Twitter

stick-figure-family

A área da genômica educacional tem se expandindo rapidamente nos últimos anos devido aos avanços em genética e tecnologias digitais, permitindo o uso de informações detalhadas sobre o genoma humano e, desta forma, identificar sua parcela de contribuição para características particulares relacionadas aos processos educacionais.

 

Analítica da aprendizagem (em inglês, learning analytics) diz respeito à abordagem educacional baseada na coleta e análise sistemática de dados sobre o comportamento dos educandos com o suporte de modelos, simulações, algoritmos e padrões estatísticos (http://reitoronline.ig.com.br/index.php/2016/09/26/analitica-da-aprendizagem-e-parte-da-solucao/). Genômica educacional, juntamente com analítica da aprendizagem, podem ser as chaves para uma educação personalizada, colaborando no desenho de estratégias educacionais e currículos customizados, evitando penalizar os educandos que não se encaixam nos modelos educacionais mais tradicionais voltados ao atendimento da média.

 

O tema ‘genética e comportamento humano’ sempre foi recheado de fascinações e suspeitas. Cada vez mais, seja na medicina (farmacogenômica), psicologia ou educação, estamos aprendendo que podemos melhorar a qualidade de vida de todos, conhecendo e respeitando as particularidades, inclusive genéticas, de cada um. Receios de sentimentos de eugenia e de más leituras dos avanços científicos sempre estarão presentes e a melhor forma de evitá-los é conhecendo mais sobre o assunto. Esta é a melhor estratégia para estarmos sempre alertas para distinguirmos a boa utilização do novo conhecimento dos eventuais usos inadequados e incorretas interpretações.

 

Ao longo de 2016, publicações em prestigiosas revistas do grupo Nature apresentaram resultados surpreendentes acerca da influência da genética sobre diferentes características educacionais. Em maio passado, no maior estudo de associação genômica de uma característica comportamental, pesquisadores identificaram 74 regiões do genoma associadas a anos de escolaridade completados (http://www.nature.com/nature/journal/v533/n7604/full/nature17671.html).

 

Em estudo subsequente, publicado em julho de 2016, baseado nos resultados acima citados, outro grupo de autores exploraram a possibilidade de predizer uma parcela do desempenho escolar de alunos aos 7, 11 e 16 anos a partir da análise de seus respectivos DNAs (http://www.nature.com/mp/journal/vaop/ncurrent/full/mp2016107a.html).

 

Eles calcularam os escores poligênicos associados a anos de escolaridade e compararam com os resultados nos exames oficiais em matemática e inglês em uma amostra de alunos da Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte. No resultado mais surpreendente deste estudo, tais escores genéticos explicaram 9% da variabilidade no rendimento escolar aos 16 anos.

 

Adicionalmente, os pesquisadores demonstraram que o poder preditivo quanto ao desempenho escolar é mais evidente nos extremos da distribuição dos escores genéticos. Educandos com maiores escores poligênicos obtiveram predominantemente conceitos entre A e B e os com menores entre B e C (https://www.rt.com/news/352123-dna-test-school-study/). Assim, tal abordagem pode ser ainda mais relevante para educandos com rendimentos acadêmicos menos satisfatórios, visto que permite intervenções precoces, por meio de ações e políticas educacionais apropriadas.

 

Importante destacar que os resultados acima apresentados refletem as reações frente a um sistema educacional específico e respostas a um conjunto particular de testes. Além disso, eles não significam que o desempenho acadêmico total de um aluno é determinado exclusivamente pela genética. No entanto, escores poligênicos, segundo os autores, podem prover com antecedência informações relevantes acerca da maior ou menor predisposição genética de a criança/adolescente vir a apresentar baixo (ou alto) desempenho em tais testes padronizados. Desta forma, viabilizando abordagens personalizadas, em função das circunstâncias específicas, é possível alterar, em tempo hábil, a eficiência do processo de aprendizagem.

 

Uma importante constatação educacional do mundo contemporâneo é que cada educando aprende de maneira única, demandando que ofertemos percursos educacionais múltiplos onde cada um possa encontrar os caminhos que melhor possa se adaptar. Genômica educacional, juntamente com a abordagem baseada na analítica da aprendizagem e o uso dos demais dados de diversos fatores ambientais e sócio-demográficos, viabilizam ingressarmos em um novo cenário de educação permanente ao longo da vida, onde todos aprendem, aprendem o tempo todo e, especialmente, onde cada um deve poder explorar ao máximo suas características e talentos próprios.

 

———————-

Figua em Domínio Público: http://www.publicdomainpictures.net/pictures/40000/velka/stick-figure-family.jpg

Autor: Tags: