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Arquivo de setembro, 2015

segunda-feira, 28 de setembro de 2015 aprendizagem, EaD, Educação e Tecnologia, Ensino Superior, Inovação e Educação, Sem categoria | 17:25

Papel dos Preceptores na Formação de Professores

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Ao introduzirmos na modalidade a distância componentes híbridos envolvendo atividades online e presenciais, somados à incorporação de professores preceptores neste processo, temos a oportunidade de inserir na formação de professores, tanto nos cursos de Pedagogia como de Licenciaturas, um ensino integrado e integrador, explorando a utilização de plataformas digitais e propiciando contatos e usos efetivos de objetos de aprendizagem na educação básica. Almeja-se formandos nestas áreas com a mesma qualidade das melhores experiências tradicionais acrescidas da particularidade de saberem lidar muito bem com plataformas educacionais e a utilização de objetos digitais de aprendizagem.
O ensino híbrido e flexível representa a estratégia educacional com as melhores possibilidades de incorporar as boas experiências das duas modalidades, presencial e a distância. Na educação flexível, via o uso de plataformas e metodologias adequadas, bem como aplicativos e ferramentas digitais amplamente disponíveis, é possível personalizar o ensino de acordo com as especificidades de cada contexto e das necessidades de cada aluno, oferecendo um aprendizado cada vez mais direcionado e efetivo.
Neste contexto, o papel do professor preceptor vai além de fornecer preceitos ou instruções, sendo especialmente um profissional experiente que, por meio de situações e problemas reais, auxilia na formação integral de seus educandos, preparando-os para os desafios do futuro, especificamente neste caso para o exercício da docência na educação básica.
Na sociedade contemporânea, onde a informação está, cada vez mais, totalmente disponibilizada e instantânea e gratuitamente acessível, se consolida a percepção de que todos aprendem e que todos aprendem sempre ao longo de toda a vida. Mais do que isso, esta formação deve evidenciar aos futuros professores que cada educando aprende em seu próprio ritmo e de maneira própria e única. Assim, despertar nos alunos das áreas de Licenciaturas e Pedagogia a percepção de que, fazendo uso de pedagogias apropriadas e de tecnologias inovadoras, temos como, pela primeira vez, conjugar qualidade com quantidade e escala com individualidade. Ou seja, via atendimento personalizado, cabe ao preceptor trabalhar com seus alunos explorando práticas didáticas, ajustáveis e adaptadas a cada contexto específico e a cada grupo de alunos.
Desta forma, o professor preceptor atua, ao longo do curso de graduação, numa combinação muito interessante, tanto como o educador capaz de conjugar teoria e prática, num particular campo de estágio que prepara o futuro professor, como do orientador de estudos integrados a educandos que aprimoram continuamente suas capacidades de aprender a aprender e, assim procedendo, progressivamente se emancipam ao colaborar na aprendizagem dos demais.
O preceptor pode, combinando atividades presenciais e a distância, preparar seus alunos para auxiliar, complementarmente, na utilização em escolas públicas de educação básica de bancos públicos de objetos de aprendizagem. Por exemplo, o MEC tem um bom repositório de objetos digitais de aprendizagem e o seu uso poderia ser muito ampliado se ao longo do percurso formativo na graduação os alunos fossem estimulados a praticar sua adoção junto às escolas de ensino fundamental e médio. Um provável motivo de um uso ainda a ser melhor explorado é que os docentes atuais talvez demandem uma formação complementar. Os alunos dos cursos nesta modalidade poderiam ter como especial tarefa interagir com os docentes, preparando os adequadamente para potencial o uso desses portais.
Assim, caberia ao aluno de graduação em Pedagogia ou Licenciaturas, sob supervisão do preceptor, em sintonia com as escolas de educação básica selecionadas, colaborar principalmente na capacitação dos docentes dessas escolas quanto ao uso de portais de aprendizagem, a exemplo do repositório Banco Internacional de Objetos de Aprendizagem, BIOE. Este citado repositório, a título de ilustração, possui objetos educacionais de acesso público, em vários formatos e para todos os níveis de ensino. Os objetos podem ser acessados gratuitamente, possuindo da ordem de 20 mil objetos publicados, cobrindo todas as áreas, do ensino infantil ao ensino superior e temas de interesse geral.
O BIOE foi criado em 2008 pelo Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, Rede Latino-americana de Portais Educacionais – RELPE e Organização dos Estados Ibero-americanos Seu propósito principal é manter e compartilhar recursos educacionais digitais de livre acesso, mais elaborados e em diferentes formatos – como áudio, vídeo, animação, simulação, software educacional – além de imagem, mapa, hipertexto considerados relevantes e adequados à realidade da comunidade educacional local, respeitando-se as diferenças de língua e culturas regionais. O repositório está integrado ao Portal do Professor, também do Ministério da Educação.
Os materiais publicados neste espaço estão disponíveis gratuitamente aos gestores de políticas educacionais locais, gestores escolares, gestores de repositórios educacionais, bem como os professores da educação básica, profissional e superior, além dos produtores de recursos pedagógicos digitais, pesquisadores e da população em geral. O BIOE pode ser consultado via o endereço eletrônico: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br e é composto de recursos que se encontram em domínio público ou que contam com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais para visualização, cópia, distribuição ou tradução, permitindo esta licença o uso estritamente educacional, sendo vedada a sua utilização para fins lucrativos.
Assim, a construção de uma educação híbrida e flexível, que incorpore os atributos inerentes da educação presencial às possibilidades ilimitadas da educação a distância, permite formar professores contando com a participação estratégica do professor preceptor. Seu papel na formação dos alunos deverá atender a peculiaridades de cada área de atuação futura e contextualizada especificamente para cada etapa do processo formativo. Conjugar o atendimento personalizado dos educandos via preceptores, especialmente designados para cada um dos momentos dos respectivos percursos educacionais, com o objetivo de emancipação progressiva de todos via o estímulo ao aprender a aprender, é talvez a peça estratégica mais importante das metodologias ativas, baseadas na capacidade de resolver problemas, tendo como frutos formandos com plena competência para enfrentar as demandas educacionais contemporâneas.

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segunda-feira, 21 de setembro de 2015 aprendizagem | 09:48

Conselhos aos educandos do signo de Libras

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libras

Há os que acreditam em signos e há os que não creem. Estou no segundo grupo. O que não me impede de ler as recomendações dos entendidos e crentes. Hoje, excepcionalmente, além de lê-las, também farei minhas próprias previsões. Em espanhol fica bem melhor, mas em português seria: “não creio em bruxas, mas que elas existem, existem…”.

Vamos aos conselhos para os librianos que nasceram ente 23 de setembro e 22 de outubro. Libras ou Balança é o signo governado por Vênus, sendo as características dos nascidos neste signo: encantadores, afáveis, equilibrados e gostam muito de estudar, mesmo que não percebam isso de imediato. A única certeza, por enquanto, é que quanto mais escolaridade, mais diplomáticos e mais sociáveis.

Por outro lado, os librianos são indecisos e facilmente influenciáveis por terceiros, podendo mudar de opinião facilmente e se tornarem muito condescendentes ou irritados. Assim, quanto mais se dedicarem aos estudos, melhor superarão suas eventuais deficiências e fragilidades.

Os librianos gostam de viver e trabalhar em equipe, o que torna fácil explorar este importante aspecto educacional, ou seja a habilidade em lidar com as pessoas e em cada um reconhecer suas qualidades e fragilidades, promovendo as combinações corretas na busca da melhor solução compartilhada de um eventual problema.

Além disso, os nascidos neste signo são em geral muito curiosos, o que é ótimo. O hábito e o interesse em descobrir coisas novas é essencial para uma educação que estimula a investigação. A parte ruim é que, se não estudarem, corre-se o risco de gastarem essa característica em fofocas, dada a relativa propensão em, por fruto da curiosidade, meterem-se na vida ou nos assuntos dos outros.

Atravessamos um período excepcional para negócios aos librianos. Aconselho bolsa de valores e dólar, mas o mais seguro mesmo seria se dedicar aos estudos, aumentando o nível de escolaridade e de compreensão do mundo. Lembrando que, no que diz respeito à bolsa e ao dólar, tudo pode acontecer, inclusive nada. Quanto aos estudos, só coisas boas.

Os librianos são cheios de charme e adeptos do romantismo. Questionam sempre o equilíbrio entre o desejo de liberdade versus a vontade do relacionamento, inerente à famosa indecisão libriana, que vai de um lado a outro, tentando descobrir o que é realmente melhor. A única certeza é que a dedicação a ampliar seus conhecimentos seria fartamente recompensada, até mesmo clareando melhor suas próprias e inatas indecisões.

Através dos relacionamentos interpessoais, os librianos encontram o pleno desenvolvimento da consciência. Isso é crucial tanto para aprimorar o processo cognitivo, facilitando a aprendizagem, como o metacognitivo, no que diz respeito a entender melhor como se aprende, aprimorando sua capacidade de aprender a aprender.

Quem nasce neste signo desenvolve a capacidade de reconhecer no outro um semelhante, assim sendo, estão dadas as condições de ampliar seu potencial de empatia, ou seja, entender o outro por se colocar no lugar do outro.

Por fim, para quem quer saber minhas previsões para o seu dia, vamos a elas: Mercúrio neste momento caminha em seu signo e recebe uma forte pressão de Urano e Plutão, indicando irritabilidade e intolerância. Evite atritos, mantenha a calma e a racionalidade e, por favor, não se envolva em provocações e evite brigas. O momento não poderia mais apropriado para meditar, escrever e dedicar-se à leitura e aos estudos, especialmente de temas do seu interesse profissional ou de cultural geral.

Em suma, há previsões variadas, nem todas darão totalmente certas, especialmente porque não sei seus respectivos ascendentes. Mas sejam eles quais forem, estude, estude sempre, que o futuro certamente será bem melhor. Parabéns, vocês librianos nasceram com essa maravilhosa propensão de apreço ao conhecimento. Essa é sua boa sina, deixem que ela flua e não creiam em bruxas porque, definitivamente, elas não existem.

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015 aprendizagem, EaD, Educação e Tecnologia, Inovação e Educação | 18:15

Educação Híbrida e o Preceptor

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Há um relativo consenso ente os educadores de que o ensino híbrido e flexível representa a metodologia com as melhores possibilidades de incorporar as boas experiências das duas modalidades, presencial e a distância. Desta forma, torna-se possível desenvolver metodologias inovadoras que incorporam adequadamente tecnologias digitais ao currículo escolar e às atividades desenvolvidas nas salas de aula, sejam elas físicas ou virtuais.

Na educação flexível, via o uso de plataformas e pedagogias adequadas, bem como aplicativos e ferramentas digitais amplamente disponíveis, é possível personalizar o ensino de acordo com as especificidades de cada contexto e das necessidades de cada aluno, oferecendo um aprendizado cada vez mais direcionado e efetivo.

A educação híbrida significa, em contraposição ao ensino tradicional, uma real possibilidade de enfrentar os desafios contemporâneos. Ensinar, enquanto conceito geral, esteve por muito tempo associado a basicamente transferir conhecimentos, principalmente via aulas expositivas centradas no professor e assentado nas configurações clássicas das escolas tradicionais. O século passado parece ter sido o apogeu, em termos de sucesso, consolidando esta abordagem. Ou seja, as metodologias de ensino associadas estabeleceram com os modelos de desenvolvimento econômicos e sociais dominantes grande sintonia, gerando, no passado próximo, resultados considerados convincentes e satisfatórios.

Os tempos atuais são bem mais complexos, onde os modelos tradicionais evidenciam fragilidades, demandando visões contemporâneas sobre educar, as quais remetem a, principalmente, criar as condições e possibilidades de construção de processos de  aprendizagem  centrados nos educandos, baseados na farta e inédita interatividade viabilizada pelas tecnologias digitais, no imprescindível estímulo individual ao aprender a aprender e, especialmente, na preparação desses educandos para resolver problemas.

Nesta abordagem baseada no estímulo ao aprender a aprender e na solução de problemas, como procedimento padrão, os educadores expõem casos e os educandos, tanto individualmente como especialmente em equipes, identificam e aprofundam os temas, investigam, discutem, interpretam, predizem e constroem possíveis soluções. Este processo se desenvolve via um ensino integrado e integrador, tanto de conteúdos como das distintas áreas de conhecimento envolvidas.

Neste novo contexto, surgem e ressurgem figuras educacionais que visem a propiciar maior eficiência e eficácia às metodologias associadas, bem como às tecnologias inovadoras incorporadas. A mais interessante delas é a possibilidade de uma releitura indispensável do papel inovador do tradicional professor preceptor, lembrando que um conceito não tem necessariamente um único significado definitivo e permanente, mas sim ele é construído por suas relações com os fatos, continuamente ao longo dos tempos.

Classicamente, o preceptor é aquele dá preceitos ou instruções, genericamente confundido com o educador, o mentor ou o instrutor. Especificamente, onde esta figura mais se consolidou até aqui foi na área da saúde, como o responsável por conduzir e supervisionar, por meio de orientação e acompanhamento, o desenvolvimento de médicos residentes e demais profissionais nas especialidades de um hospital. Anteriormente, nos internatos ou mesmo em ambientes domésticos, cabia à figura de um preceptor acompanhar genericamente a educação de uma criança ou de um jovem, preparando para a inserção e socialização desses educandos na vida adulta. Tanto em uma situação como na outra, o preceptor é, essencialmente, um profissional experiente apto a auxiliar na formação integral de seus aprendizes, preparando-os para os desafios do futuro.

Na sociedade contemporânea, onde a informação está totalmente disponibilizada e instantânea e gratuitamente acessível, se consolida a percepção de que todos aprendem e que todos aprendem sempre ao longo de toda vida. Principalmente, fica evidente que cada um aprende em seu próprio ritmo e de maneira própria e única. Assim, fazendo uso de pedagogias apropriadas e de tecnologias inovadoras, temos como, pela primeira vez, conjugar qualidade com quantidade e escala com especificidade. Ou seja, é factível, mesmo em atendimentos de grande massa, propiciar percursos acadêmicos totalmente personalizados, ajustáveis e adaptados a cada educando.

Neste contexto, ressurge o profissional professor preceptor, numa combinação muito interessante dos dois papéis anteriores, tanto como o educador capaz de conjugar teoria e prática, num particular campo de estágio que prepara o futuro profissional, como do orientador de estudos integrados a educandos que aprimoram continuamente suas capacidades de aprender a aprender e, assim procedendo, progressivamente se emancipam.

A construção de uma educação híbrida e flexível, que incorpore os atributos inerentes da educação presencial às possibilidades ilimitadas da educação a distância, demanda a participação estratégica do professor preceptor, contextualizada especificamente para cada etapa do processo formativo, visando a preparação do futuro profissional e cidadão. Conjugar o atendimento personalizado dos educandos via preceptores, especialmente designados para cada um dos momentos dos respectivos percursos educacionais, com o objetivo de emancipação progressiva de todos via o estímulo ao aprender a aprender, é talvez a peça estratégica mais importante das metodologias ativas que pretendam ter plena correspondência com as demandas educacionais contemporâneas.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015 Educação e Tecnologia, Inovação e Educação | 23:41

Estácio de Sá e histórias de pioneirismos

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Este ano a cidade do Rio de Janeiro comemora 450 anos de sua fundação. Quem reclama, com razão, da sensação do convívio com a violência hoje em dia, talvez não consiga imaginar o nível das lutas que marcaram os períodos próximos ao ano de 1565, ano de fundação da cidade, envolvendo portugueses, índios e franceses.
Nossa história começa quando Estácio de Sá, sobrinho de Mem de Sá, terceiro governador-geral do Brasil, foi nomeado por Dona Catarina, rainha de Portugal, capitão de armada com a missão específica de expulsar os franceses da costa brasileira.
Estácio aporta na Bahia ao final de 1563 e depois, passando pelo Espírito Santo, chega ao litoral do Rio de Janeiro. Frente aos conflitos intensos com os índios, Estácio desloca-se inicialmente para São Vicente, onde fica em torno de nove meses, à espera de reforços vindos dos padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta.
Em 01 de março de 1565, Estácio de Sá e sua frota desembarcam em definitivo entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, onde fundam a cidade do Rio de Janeiro, dispostos a acabar com o domínio de mais de uma década dos franceses na região.
Os índios tamoios, aliados dos franceses, imediatamente atacam os portugueses recém-chegados. Somente dois anos depois, com reforços enviados por Mem de Sá, os portugueses consolidam seus domínios, contando com o apoio dos índios termiminós, inimigos dos tamoios. Porém, ao longo deste processo de conquista, o pioneiro Estácio de Sá é ferido mortalmente por uma flecha que lhe vazou um olho na Batalha de Uruçu-mirim, vindo a falecer um mês depois do incidente, provavelmente por septicemia decorrente do ferimento.
O nome Estácio de Sá estaria a partir daí marcado para sempre na história, eternizado como fundador daquela que viria a ser conhecida mundialmente como Cidade Maravilhosa. Cidade esta que seria depois capital do país e também estendendo sua denominação ao estado que até hoje a abriga.
Mas não foi somente aí que o nome Estácio e marcas de pioneirismo estiveram associados. Entre tantas organizações que depois fizeram jus a esta bela história e ao uso da denominação, cabe destacar uma delas que neste mesmo ano de 2015 se orgulha de completar 45 anos. A hoje Universidade Estácio de Sá é uma das maiores e mais importantes do país, seja em número de alunos, em evidências de pioneirismo em sua área e, especialmente, em termos de efetivo potencial para cumprir sua maior missão educacional, ou seja, levar educação superior de qualidade para muitos.
A Estácio nasceu no bairro do Rio Comprido, em 1970, fundada por Dr. João Uchôa Cavalcanti Neto, incialmente como faculdade de Direito, transformada posteriormente em universidade em 1988. Atualmente, passados 45 anos, fruto do pioneirismo de seu fundador e dos esforços de todos aqueles que lhe sucederam, a Universidade Estácio de Sá é a matriz do Grupo Educacional Estácio, presente praticamente em todo o país, atingindo mais de meio milhão de matrículas, atendidos por quase dez mil qualificados docentes e cinco mil competentes gestores.
A Estácio atua em todas as áreas de graduação e pós-graduação, tanto na modalidade presencial como a distância, contando também com reconhecidos cursos de mestrado e doutorado, todos com avaliações positivas pelo MEC. Entre as principais missões da Estácio está romper a falsa dicotomia entre prestar atendimentos de qualidade e fazê-lo para muitos. Em geral, para infortúnio do país, quando oportunizamos acesso de qualidade o fazemos, como regra, para poucos e quando atendemos muitos, quase que inexoravelmente, incorporamos má qualidade. A Estácio nasceu, e assim permanece até os dias de hoje, com a tarefa de quebrar este paradigma, harmonizando e conjugando qualidade e quantidade.
Para a comunidade educacional Estácio, que pretende desta forma honrar o nome do fundador do Rio e de seu próprio fundador, a tarefa principal é fazer uso da criatividade e do espirito pioneiro que lhe marcam o nome para viabilizar um empreendedorismo inovador que garanta produtos e serviços que propicie qualidade para todos.

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